Foi com 26 anos, um filho de 4, um “marido” [qual nunca pediu minha mão] e um empreguinho de merda que acordei pra vida.
Me peguei vendo sites americanos [obviamente usando o google tradutor] sobre as cidadezinhas de lá.
É, o típico “sonho americano”... Ás vezes eu sou brega, fazer o que?!
Uma casinha com gramado e cerca branca com as crianças andando de bicicleta na rua. Eu na varanda com um vestido leve [sempre arrumada demais para estar em casa] tomando uma taça de vinho branco.
Ta, SONHO eu disse, pois a porrada que senti em mim foi só mental. EU NUNCA CONSEGUIRIA AQUILO.
Dói não é?
Quando você vê seu sonho bem de longe... E tem a consciência que é lá que ele vai ficar... No sonho.
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